A Zona da Mata alagoana assiste ao surgimento de um novo nome com densidade política e capacidade administrativa comprovada. À frente da Prefeitura de São José da Laje durante a licença-maternidade da prefeita Ângela Vanessa, a vice-prefeita Ravena de Neno deixou de ser apenas uma substituta institucional para se afirmar como liderança no exercício pleno do cargo.
Em pouco tempo, Ravena imprimiu ritmo próprio à gestão. As obras seguiram, bairros continuaram a receber investimentos e as demandas começaram a sair do papel. Um dos exemplos mais impactantes foi a pavimentação completa do Conjunto Terezinha, 100% asfaltado, além da continuidade de frentes de trabalho em outras áreas da cidade. No campo fiscal e administrativo, a gestão manteve salários em dia, garantiu o pagamento do décimo terceiro e quitou a última parcela dos precatórios do Fundef, um compromisso histórico que exige responsabilidade e equilíbrio financeiro.
Essas ações não passaram despercebidas pela população. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ibrape apontou 90% de aprovação da gestão, entre os prefeitos da região da Mata alagoana, um índice expressivo. O dado confirma que a combinação entre presença política, execução de obras e controle das contas públicas segue sendo um critério central de avaliação do eleitorado.
A trajetória também reforça a continuidade de um legado político consolidado em São José da Laje. Seu pai, Neno da Laje, e seu irmão, o ex-prefeito Rodrigo Valença, deixaram marcas de alta aprovação popular. Rodrigo, inclusive, encerrou sua gestão com 90% de aprovação. Ravena não apenas preserva esse capital político como amplia sua projeção ao demonstrar autonomia, preparo técnico e capacidade de decisão.
Com o resultado de sua atuação, Ravena deixa de ser apenas herdeira de um sobrenome consolidado para construir sua própria aprovação, sustentada por capacidade administrativa, resultados concretos e respaldo popular. Olhando para o futuro, 2028 não está distante e os resultados indicam que Ravena está pronta para novos desafios.